sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Torpor

O vento cochicha ao pé do meu ouvido...
É uma palavra persuasiva e triste.
                                       O som penetra meu corpo,
entra em construções híbridas...
                                                O fluxo de minha consciência converge e diverge.
                                                              É impossível concentrar-me...
Um jogo de emoções plurivocais
                                             circunda diálogos agitados,
                                                          em múltiplas ressonâncias...
Meu pensamento seca e escapa ao vento,
                                            cruza a linha do horizonte
                                                             e leva-me a um leve torpor poético
da ausência de ti...

3 comentários:

  1. A ausência pode mesmo causar torpor, para além da saudade...
    Belo poema, gostei muito das tuas palavras.
    Marluce, tem um bom fim de semana.
    Beijo.

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  2. Estou a visitar alguns blogs, e tive o privilégio de encontrar o seu, vi na pagina inicial o que escreveu, e como gostei folheei mais algumas páginas e fiquei maravilhado pelo que vi e li.
    Dou-lhe os parabéns, mas queria deixar um apelo continue assim dando sempre o melhor, boas mensagens, bons temas. Gosto de escrever, mas também gosto de ler bons temas, por isso é que parei aqui.
    Meu nome é: António Batalha.
    Sou um servo de Deus,e deixo aqui a minha bênção,que haja paz,amor na sua vida, muita saúde e felicidade.
    PS. Se desejar seguir o meu humilde blog, Peregrino E Servo, fique á vontade, eu vou retribuir, se encontrar seu blog.

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  3. Belíssimo poema...Espero que continue...

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Oi pessoal, adoro visitar blogs e comentar. Agradeço, imensamente, a sua visita e o seu comentário. Sempre que for possível retribuirei.